A Educação Ambiental no Brasil.
As políticas ambientais, quando
elaboradas, na maioria das vezes estão firmadas nas teorias socioambientais,
tendo em vista que a visão conservacionista tem sido tratada por muitos como
radical ou irreal. Contudo, há uma preocupação com os rumos destas políticas.
No ponto de vista conservacionista, muita verba que seria destinada a programas
de recuperação de áreas degradadas, conservação de espécies em risco de
extinção e implantação de grandes áreas de preservação permanente tem sido
destinadas a programas “politiqueiros” com finalidade de beneficiar empresas
turísticas, ou resolver problemas sociais, gerado pela ausência do estado,
direcionando grupos sociais menos favorecidos para áreas de conservação
permanente.
Tais ações alem de ineficaz, pode gerar danos
irreparáveis ao meio ambiente, tendo em vista que a maioria das unidades de
conservação são ambientes biologicamente e geneticamente vulneráveis devido a
fragmentação e isolamento das espécies, principalmente na Mata Atlântica. Já
sendo relatado que a maioria dos povos que habitam em unidade de conservação ou
em seu entorno, ao longo dos anos, contribui para devastação e destruição das
espécies mais sensíveis, ou até mesmo para a biopirataria que sabemos que
ocorre em todo o Mundo.
Contudo, não podemos negar que com as
atuais políticas de distribuição de terra que ocorre no Brasil, retirar estas
comunidades que em sua maioria já estão instaladas há anos nestas regiões, tem
se tornado “o grande desafio”. Necessitando de estudos e ação governamental pautada
na seriedade ou, se assim não for, iremos contribuir para agravar outros
problemas, como miséria e superlotação
dos centros urbanos.
Fernando Rodrigues
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