sexta-feira, 4 de outubro de 2013

A Educação Ambiental no Brasil.

As políticas ambientais, quando elaboradas, na maioria das vezes estão firmadas nas teorias socioambientais, tendo em vista que a visão conservacionista tem sido tratada por muitos como radical ou irreal. Contudo, há uma preocupação com os rumos destas políticas. No ponto de vista conservacionista, muita verba que seria destinada a programas de recuperação de áreas degradadas, conservação de espécies em risco de extinção e implantação de grandes áreas de preservação permanente tem sido destinadas a programas “politiqueiros” com finalidade de beneficiar empresas turísticas, ou resolver problemas sociais, gerado pela ausência do estado, direcionando grupos sociais menos favorecidos para áreas de conservação permanente.
Tais ações alem de ineficaz, pode gerar danos irreparáveis ao meio ambiente, tendo em vista que a maioria das unidades de conservação são ambientes biologicamente e geneticamente vulneráveis devido a fragmentação e isolamento das espécies, principalmente na Mata Atlântica. Já sendo relatado que a maioria dos povos que habitam em unidade de conservação ou em seu entorno, ao longo dos anos, contribui para devastação e destruição das espécies mais sensíveis, ou até mesmo para a biopirataria que sabemos que ocorre em todo o Mundo.

Contudo, não podemos negar que com as atuais políticas de distribuição de terra que ocorre no Brasil, retirar estas comunidades que em sua maioria já estão instaladas há anos nestas regiões, tem se tornado “o grande desafio”. Necessitando de estudos e ação governamental pautada na seriedade ou, se assim não for, iremos contribuir para agravar outros problemas, como  miséria e superlotação dos centros urbanos.    
Fernando Rodrigues